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domingo, 9 de setembro de 2012

Vivarte, obras de arte do artista que é Deus


Nunca pensei que escreveria um livro, mas tive a idéia de não só escrever, mas fazer um livro colaborativo, onde os protagonistas contessem um pouco da história. Escrevi algumas partes, mas fiz a organização. Trabalho difícil, mas muito gratificante!

Bom, já plantei uma árvore, escrevi um livro, falta ter um filho, esse deve dar mais trabalho rsrs

Sinopse:
Para comemorar os 20 anos de grupo e 15 anos do Festival Cristoarte o Grupo Vivarte lança o Livro Comemorativo: vivarte, obras de arte do artista que é Deus. O Livro conta toda a tragetória do grupo, desde a sua criação pelo Padre João Luiz Uzan, scj até os dias atuais.
Grandes amigos relatam um pouco dos testemunhos, das experiências e principalmente dos momentos de grande evangelização através da arte.
Que nossa história possa ajudar a transformar a sua. Adquira já seu exemplar, através do nosso site www.grupovivarte.com


domingo, 20 de maio de 2012

46º DIA MUNDIAL DAS COMUNICAÇÕES SOCIAIS


Amigos, essa carta nos diz muito, vale a pena ler. Parabéns aos comunicadores! 

MENSAGEM DO PAPA BENTO XVI
PARA O 46º DIA MUNDIAL
DAS COMUNICAÇÕES SOCIAIS
  
«Silêncio e palavra: caminho de evangelização»
[Domingo, 20 de Maio de 2012]
  
Amados irmãos e irmãs,
Ao aproximar-se o Dia Mundial das Comunicações Sociais de 2012, desejo partilhar convosco algumas reflexões sobre um aspecto do processo humano da comunicação que, apesar de ser muito importante, às vezes fica esquecido, sendo hoje particularmente necessário lembrá-lo. Trata-se da relação entre silêncio e palavra: dois momentos da comunicação que se devem equilibrar, alternar e integrar entre si para se obter um diálogo autêntico e uma união profunda entre as pessoas. Quando palavra e silêncio se excluem mutuamente, a comunicação deteriora-se, porque provoca um certo aturdimento ou, no caso contrário, cria um clima de indiferença; quando, porém se integram reciprocamente, a comunicação ganha valor e significado.
O silêncio é parte integrante da comunicação e, sem ele, não há palavras densas de conteúdo. No silêncio, escutamo-nos e conhecemo-nos melhor a nós mesmos, nasce e aprofunda-se o pensamento, compreendemos com maior clareza o que queremos dizer ou aquilo que ouvimos do outro, discernimos como exprimir-nos. Calando, permite-se à outra pessoa que fale e se exprima a si mesma, e permite-nos a nós não ficarmos presos, por falta da adequada confrontação, às nossas palavras e ideias. Deste modo abre-se um espaço de escuta recíproca e torna-se possível uma relação humana mais plena. É no silêncio, por exemplo, que se identificam os momentos mais autênticos da comunicação entre aqueles que se amam: o gesto, a expressão do rosto, o corpo enquanto sinais que manifestam a pessoa. No silêncio, falam a alegria, as preocupações, o sofrimento, que encontram, precisamente nele, uma forma particularmente intensa de expressão. Por isso, do silêncio, deriva uma comunicação ainda mais exigente, que faz apelo à sensibilidade e àquela capacidade de escuta que frequentemente revela a medida e a natureza dos laços. Quando as mensagens e a informação são abundantes, torna-se essencial o silêncio para discernir o que é importante daquilo que é inútil ou acessório. Uma reflexão profunda ajuda-nos a descobrir a relação existente entre acontecimentos que, à primeira vista, pareciam não ter ligação entre si, a avaliar e analisar as mensagens; e isto faz com que se possam compartilhar opiniões ponderadas e pertinentes, gerando um conhecimento comum autêntico. Por isso é necessário criar um ambiente propício, quase uma espécie de «ecossistema» capaz de equilibrar silêncio, palavra, imagens e sons.
Grande parte da dinâmica actual da comunicação é feita por perguntas à procura de respostas. Os motores de pesquisa e as redes sociais são o ponto de partida da comunicação para muitas pessoas, que procuram conselhos, sugestões, informações, respostas. Nos nossos dias, a Rede vai-se tornando cada vez mais o lugar das perguntas e das respostas; mais, o homem de hoje vê-se, frequentemente, bombardeado por respostas a questões que nunca se pôs e a necessidades que não sente. O silêncio é precioso para favorecer o necessário discernimento entre os inúmeros estímulos e as muitas respostas que recebemos, justamente para identificar e focalizar as perguntas verdadeiramente importantes. Entretanto, neste mundo complexo e diversificado da comunicação, aflora a preocupação de muitos pelas questões últimas da existência humana: Quem sou eu? Que posso saber? Que devo fazer? Que posso esperar? É importante acolher as pessoas que se põem estas questões, criando a possibilidade de um diálogo profundo, feito não só de palavra e confrontação, mas também de convite à reflexão e ao silêncio, que às vezes pode ser mais eloquente do que uma resposta apressada, permitindo a quem se interroga descer até ao mais fundo de si mesmo e abrir-se para aquele caminho de resposta que Deus inscreveu no coração do homem.
No fundo, este fluxo incessante de perguntas manifesta a inquietação do ser humano, sempre à procura de verdades, pequenas ou grandes, que dêem sentido e esperança à existência. O homem não se pode contentar com uma simples e tolerante troca de cépticas opiniões e experiências de vida: todos somos perscrutadores da verdade e compartilhamos este profundo anseio, sobretudo neste nosso tempo em que, «quando as pessoas trocam informações, estão já a partilhar-se a si mesmas, a sua visão do mundo, as suas esperanças, os seus ideais» (Mensagem para o Dia Mundial das Comunicações Sociais de 2011).
Devemos olhar com interesse para as várias formas de sítios, aplicações e redes sociais que possam ajudar o homem actual não só a viver momentos de reflexão e de busca verdadeira, mas também a encontrar espaços de silêncio, ocasiões de oração, meditação ou partilha da Palavra de Deus. Na sua essencialidade, breves mensagens – muitas vezes limitadas a um só versículo bíblico – podem exprimir pensamentos profundos, se cada um não descuidar o cultivo da sua própria interioridade. Não há que surpreender-se se, nas diversas tradições religiosas, a solidão e o silêncio constituem espaços privilegiados para ajudar as pessoas a encontrar-se a si mesmas e àquela Verdade que dá sentido a todas as coisas. O Deus da revelação bíblica fala também sem palavras: «Como mostra a cruz de Cristo, Deus fala também por meio do seu silêncio. O silêncio de Deus, a experiência da distância do Omnipotente e Pai é etapa decisiva no caminho terreno do Filho de Deus, Palavra Encarnada. (...) O silêncio de Deus prolonga as suas palavras anteriores. Nestes momentos obscuros, Ele fala no mistério do seu silêncio» (Exort. ap. pós-sinodal Verbum Domini, 30 de Setembro de 2010, n. 21). No silêncio da Cruz, fala a eloquência do amor de Deus vivido até ao dom supremo. Depois da morte de Cristo, a terra permanece em silêncio e, no Sábado Santo – quando «o Rei dorme (…), e Deus adormeceu segundo a carne e despertou os que dormiam há séculos» (cfr Ofício de Leitura, de Sábado Santo) –, ressoa a voz de Deus cheia de amor pela humanidade.
Se Deus fala ao homem mesmo no silêncio, também o homem descobre no silêncio a possibilidade de falar com Deus e de Deus. «Temos necessidade daquele silêncio que se torna contemplação, que nos faz entrar no silêncio de Deus e assim chegar ao ponto onde nasce a Palavra, a Palavra redentora» (Homilia durante a Concelebração Eucarística com os Membros da Comissão Teológica Internacional, 6 de Outubro de 2006). Quando falamos da grandeza de Deus, a nossa linguagem revela-se sempre inadequada e, deste modo, abre-se o espaço da contemplação silenciosa. Desta contemplação nasce, em toda a sua força interior, a urgência da missão, a necessidade imperiosa de «anunciar o que vimos e ouvimos», a fim de que todos estejam em comunhão com Deus (cf. 1 Jo 1, 3). A contemplação silenciosa faz-nos mergulhar na fonte do Amor, que nos guia ao encontro do nosso próximo, para sentirmos o seu sofrimento e lhe oferecermos a luz de Cristo, a sua Mensagem de vida, o seu dom de amor total que salva.
Depois, na contemplação silenciosa, surge ainda mais forte aquela Palavra eterna pela qual o mundo foi feito, e identifica-se aquele desígnio de salvação que Deus realiza, por palavras e gestos, em toda a história da humanidade. Como recorda o Concílio Vaticano II, a Revelação divina realiza-se por meio de «acções e palavras intimamente relacionadas entre si, de tal modo que as obras, realizadas por Deus na história da salvação, manifestam e confirmam a doutrina e as realidades significadas pelas palavras; e as palavras, por sua vez, declaram as obras e esclarecem o mistério nelas contido» (Const. dogm. Dei Verbum, 2). E tal desígnio de salvação culmina na pessoa de Jesus de Nazaré, mediador e plenitude da toda a Revelação. Foi Ele que nos deu a conhecer o verdadeiro Rosto de Deus Pai e, com a sua Cruz e Ressurreição, nos fez passar da escravidão do pecado e da morte para a liberdade dos filhos de Deus. A questão fundamental sobre o sentido do homem encontra a resposta capaz de pacificar a inquietação do coração humano no Mistério de Cristo. É deste Mistério que nasce a missão da Igreja, e é este Mistério que impele os cristãos a tornarem-se anunciadores de esperança e salvação, testemunhas daquele amor que promove a dignidade do homem e constrói a justiça e a paz.
Palavra e silêncio. Educar-se em comunicação quer dizer aprender a escutar, a contemplar, para além de falar; e isto é particularmente importante paras os agentes da evangelização: silêncio e palavra são ambos elementos essenciais e integrantes da acção comunicativa da Igreja para um renovado anúncio de Jesus Cristo no mundo contemporâneo. A Maria, cujo silêncio «escuta e faz florescer a Palavra» (Oração pela Ágora dos Jovens Italianos em Loreto, 1-2 de Setembro de 2007), confio toda a obra de evangelização que a Igreja realiza através dos meios de comunicação social.

BENEDICTUS PP. XVI

terça-feira, 27 de março de 2012

27 de Março - Dia do Teatro


Para comemorar o Dia do Teatro, segue um artigo que escrevi para o Jornal do Santuário São Judas.
“O artista é tão importante para a humanidade quanto o arquiteto, o cientista e o filósofo” João Paulo II

Você sabia que João Paulo II foi ator? E com a frase retirada da Carta de João Paulo II aos artistas começo esse artigo para falar um pouco da arte mágica do TEATRO. Nesse mês de Março em que no dia 27 comemoramos o Dia Internacional do Teatro trazemos essa arte que desde o princípio esteve presente na vida da igreja e que é uma importante ferramenta de evangelização.

Falar de teatro é falar de humanidade, é a arte em que doamos nosso corpo, nossa voz, nosso olhar e nossa alma para a verdade que queremos levar, é olho no olho, é coração a coração. É levar a mensagem de forma diferente, criativa e humana as pessoas. É invadir a imaginação e a vida do expectador, levando mais Deus. Esse é o papel do teatro cristão, ajudar todos a terem uma experiência mais profunda com seu amor e sua misericórdia.

E com essa missão, de evangelizar através da arte surgiu há 20 anos atrás aqui no nosso santuário o Grupo Vivarte!

Formado por jovens que freqüentavam a Paróquia Santuário São Judas Tadeu por vários motivos, ou por terem feito ali a crisma, ou por acompanharem seus pais nas missas dominicais ou por simplesmente estarem passando ali pelas redondezas e por curiosidade entravam na igreja em busca de uma espiritualidade.
Foi quando o Pe. João Luis Uzan, padre que era responsável pela juventude na época, resolveu montar uma peça que falasse a respeito das vocações. O objetivo do padre era fazer com que esta peça fosse apresentada no salão paroquial durante alguns finais de semana para se arrecadar fundos para a reforma do salão.
Aquela simples encenação, despertou naqueles jovens a vontade de fazer algo mais, e assim decidiram se reunir e formar um grupo de teatro.
Este foi o início da história deste grupo que já existe há mais de 20 anos e que ainda hoje continua com o seu objetivo principal o de evangelizar a tudo e a todos através da arte do teatro!

O Vivarte produz anualmente espetáculos para a celebração da Paixão de Cristo e Natal, além de realizar outras produções, com temas como valorização da vida, paz, drogas, violência, fé, caridade, educação e exclusão social. 

Desde 1997 o Grupo Vivarte também organiza e realiza o CRISTOARTE - Festival Nacional de Teatro Evangelizador, de caráter ecumênico, considerado hoje um dos melhores do País, e apoiado pelo setor de Cultura da CNBB. Sempre no mês de setembro, recebemos em nossa sala de teatro - Sala São Judas - aproximadamente 1000 jovens com nosso mesmo ideal: o sonho de EVANGELIZAÇÃO.

O Grupo Vivarte hoje se tornou uma familia, onde todos os integrantes se sentem bem em contar suas histórias de Vida, temos em média 28 pessoas no grupo, contando com crianças e pessoas de mais idade, conversamos sobre todos os tipos de assunto, saímos para nos divertir, viajamos e vamos a missa juntos. 

E não é somente de peças de Teatro que vive o Grupo Vivarte. Fazemos parte do Setor Juventude do Santuário São Judas Tadeu, sendo assim temos as seguintes atividades:

- Responsáveis pela Missa da Juventude - todo 4° Domingo de cada mês as 11:30hs no Santuário São Judas Tadeu.
- Missa de Páscoa.
- Banda do Vivarte (ministério de música responsável pela animação nas nossas missas composto por integrantes do grupo).
- Workshop de Interpretação e exercícios teatrais.
- Festas: Baile Brega e Balada de Cristo para arrecadar fundos para o grupo.
- Festival Nacional de Teatro Evangelizador CRISTOARTE.
- Evangelho encenado nas missas.
- Adoração e Vigília com todo o Setor Juventude do nosso Santuário.
- Vivarte visita sua casa: Visita a casa dos integrantes do grupo e amigos para orações e partilha com a família.

Sempre trabalhando com todo grupo a fim de atingir maior agilidade e maior noção de conjunto e atenção. Desenvolvendo o reflexo, a percepção e a capacidade intuitiva, melhorando as condições de vida do indivíduo dentro do palco e em sua vida pessoal. Hoje nossos ensaios de grupo estão divididos em:
- Jogos dramáticos,
- Exercícios para diminuir a timidez,
- Propagação de voz,
- Improvisações livres e dirigidas,
- Exercícios de dicção,
- Interpretação,
- Preparação corporal e musical,
- Criação de personagens,
- Prática coletiva.

Afinal o teatro é a única arte moldável a qualquer ser humano, qualquer pessoa pode exercê-lo!! Se você gosta de Teatro, é extrovertido ou não, mas está aberto para falar de todos os assuntos e acima de tudo, amar a Deus sobre todas as coisas? Você pode ficar a vontade para entrar no Vivarte, nós estaremos de portas abertas lhe esperando.
Venha conhecer nosso grupo e participar conosco! Não é necessário experiência, apenas vontade! Nos reunimos todos os domingos na Sala São Judas das 15:00 as 18:00. 

Como dizia João Paulo II: "Precisamos de Santos que gostem de cinema, de teatro, de música, de dança, de esporte." Mas lembrem-se: O belo atrai, mas é Deus que converte!

Conheça mais sobre nosso grupo no site www.grupovivarte.com

Paz e arte

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Apresentação no Dia Internacional da Mulher

Apresentação no Dia Internacional da Mulher

Aproveitando a celebração do Dia Internacional da Mulher, no dia 8 de março de 2012, o Teatro Grande Otelo abre suas cortinas para a reestreia, em apresentação única, do espetáculo "MULHER", que contará com a participação da Academia Marcia Veiga de dança. O espetáculo esteve em cartaz de abril a dezembro de 2010 no próprio Teatro Grande Otelo, e em Fevereiro de 2011 foi apresentado em um Cruzeiro pela costa Sudeste do Brasil. Sua protagonista, Mariana Pelozio, foi ganhadora do Festival Vozes da Igreja em 2010 e o diretor musical do espetáculo João Paulo (JP), também conquistou este prêmio em 2011.

Sob direção de Luciano Mattos, diretor do Programa Foco e autor de diversas obras, entre elas, o espetáculo “Para Sempre” e o livro “a arte do teatro na evangelização”. "Mulher" traz o olhar sobre a figura feminina de Maria e narra sua história de forma livre, criativa e não linear, começando com ela menina, narrando momentos importantes de sua vida e sua tão singular história, como mãe, amiga, esposa, enfim como Mulher! De forma musicada e única, a história narrada nos leva a conhecer o outro lado desta Mulher–Maria, que pode ser a história de tantas outras Marias deste Brasil, em uma narrativa contemporânea e singular.

O enredo se baseia em pesquisas levantadas nos laboratórios vivenciados pelos atores, durante os seis meses de preparo, em um processo de desconstrução do eu. O autor e diretor Luciano Mattos destaca que “se tratou de um processo de criação colaborativa entre o elenco e o diretor, e que esse espetáculo foi o seu primeiro trabalho com a proposta de integrar teatro, musica e dança”. O processo de criação foi totalmente inverso do comumente proposto. Não houve texto pré-definido no qual o ator passasse pelas etapas propostas, o que normalmente ocorre nas produções teatrais.

Em um único ato, durante o espetáculo o próprio elenco interpreta músicas de Chico Buarque, Martin Valverde e João Paulo, que assina a direção musical, acompanhado ao vivo por piano e dança no palco, desta forma se conta a história que se estende na contemporaneidade da vida, dando centralidade a figura da Mulher.

Duração: 60 min.

Ingressos a venda no local *A partir do dia 1 de março*
R$ 10,00 (inteira) e R$ 5,00 (meia) - 700 lugares
Funcionamento da bilheteria:
de 3ª a 6ª (16h as 19h), sab. e dom. (14h as 20h)
Acesso universal - Ar condicionado - aceita dinheiro e todos os cartões
Ingressos antecipados: www.ingressorapido.com.br (4003-1212)


Ficha Técnica:

Autor e Diretor: Luciano Mattos
Elenco: Mariana Pelozio
           Diego Ciarrochi
           Danilo lima
           Caique Rocha
           Marcos Moreira

Assistente de Direção: Eduardo Guimarães
Diretor Musical: João Paulo (JP)
Coreografia: Marcia Veiga
Preparação Corporal: Nitiren Castro
Cenografia: Keco Vertt
Produção Coletivo Cravo Branco: Vanderlei Egídio e Douglas Alves
Realização: Programa Foco

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Musical Infantil de Natal

Ola Amigos,

Gostaria de convidar a todos para assistirem o Musical Infantil de Natal que eu e a Mariana estamos atuando. Teremos várias apresentações, portanto não tem desculpas para não prestigiarem!!!

Datas:
18/11 às 20h - Teatro Grande Otelo - SP
19/11 as 15h - Teatro Liceu (Av. Francisco Glicério, 642) - Santos/SP
20/11 às 11h - Teatro Grande Otelo - SP
26/11 às 15h - Teatro Grande Otelo - SP
27/11 às 11h - Teatro Grande Otelo - SP
10/12 às 20h - Teatro de Araraquara/SP
17/12 às 20h - Natal Iluminado de Parelheiros SP/SP

Local: Teatro Grande Otelo - Alameda Dino Bueno, 353 - Campos Elíseos - São Paulo - SP (Ao lado do SESC)

Consegui um bom desconto para os amigos, basta colocar o código colaboradorgpa no campo promocional do site. De R$40,00 por R$10,00.

Os ingressos estão a venda pelo site: http://www.ingressorapido.com.br/Evento.aspx?ID=17843

Espero todos por lá!!! Levem os filhos, sobrinhos, primos, etc... 

Divulguem para seus amigos também!

Abraços

quinta-feira, 11 de março de 2010

Teatro - Peça MULHER

TEATRO

Um trabalho fora do comum. Esse é o principal objetivo por eu estar nesse trabalho. Fazer uma proposta diferente, sair do normal, mesmo que para isso tenhamos que sofrer as críticas por apostar nessa abordagem atípica. Mas creio que vale o esforço para mostrar que a Igreja pode e deve aliar técnica e unção como um forte canal de evangelização. Levar algo diferenciado ao público, que cause impacto e façam todos refletirem de acordo com suas interpretações e experiências de vida.


O processo de criação desse espetáculo também nos da essa possibilidade de juntos trazermos nossas experiências e experimentarmos o novo dentro do contexto do tema proposto. O processo colaborativo mesmo que no primeiro momento gere certa insegurança, mostra-se ao longo da jornada que as peças se encaixam, com harmoniosa conexão, e até a interpretação torna-se mais verdadeira, pois é de certa forma parte de nós mesmos.
 
Espetáculo onde a linha mesmo com várias direções não perde o sentido principal, o eixo central da MULHER que tece junto com as personagens. As cenas, como pedaços de uma rede mostram diversas ligações e caminhos com um perfeito encaixe para mostrar e fazer refletir sobre o verdadeiro papel da MULHER.
 
Abaixo uma matéria recente da Folha sobre esse projeto, o do centro da foto sou eu.