O tópico parece batido, mas tenho observado que pelo menos no meu caso, assimilo conhecimento muito melhor de forma prática, ou seja, fazendo. Abaixo coloco um trecho do meu TCC da Pós-Graduação de Gestão de Projetos que trata exatamente sobre isso, o uso de ferramentas práticas para facilitar o aprendizado. Se tiver interesse te envio o TCC completo. E você? Acredita nesse método?
Experiência prática de conceitos de Gerenciamento de Projetos segundo PMBOK através de Jogos de Empresa.
Os jogos de empresa foram usados primeiramente na década de 50 em universidades americanas e desde a década de 80 vem sendo usado como uma alternativa didática de ensino no Brasil. Os jogos de empresa baseiam-se na vivência empresarial, através de simulações de rotinas e decisões cotidianas em uma empresa. Essa prática visa complementar o ensino teórico adquirido ao longo do curso. Outra forte característica de jogos de empresa é a participação ativa e colaborativa dos alunos, onde é nítido o "aprender fazendo". As ações em conjunto geram questionamentos que são essenciais para assimilação dos conteúdos abordados.
Segundo Gramigna (1993: 9), essa participação colaborativa do jogo proporciona o aprimoramento das relações sociais entre as pessoas exigindo habilidades como:
• Ouvir, processar, entender e repassar informações;
• Dar e receber feedback de forma efetiva;
• Discordar com cortesia, respeitando a opinião dos outros;
• Adotar posturas de cooperação;
• Ceder espaço para os colegas;
• Mudar de opinião; Tratar idéias conflitivas com flexibilidade e neutralidade.
Vemos que os jogos de empresas atingem claramente os objetivos educacionais como aplicar os conceitos de gestão em ambiente empresarial, e principalmente interagir com os demais participantes que desempenham diferentes papéis em sua vida profissional e atuam nos variados setores da economia.
Gramigna (1993: 124) também identifica 10 mitos em torno dos jogos e classifica-os como forças restritivas, que precisam ser desmistificadas:
• "Se brinco não aprendo": na realidade, aprende-se com mais facilidade quando se gosta do que faz e quando o ambiente favorece a espontaneidade e a brincadeira.
• "Jogos demandam muito tempo de planejamento": existem algumas ações preventivas que podem evitar tal desgaste.
• "Tenho medo de os treinando não entrarem no jogo": por maior que seja a resistência de um, o grupo o contamina e ele acabará se envolvendo nas atividades.
• "Não gosto de incentivar a competição, ela já é muito forte nas empresas": a competição existe nas pessoas. Camuflá-la não é a melhor maneira de superá-la.
• "O jogo torna as pessoas agressivas": o clima permissivo faz com que as pessoas se comportem de forma natural e expressem seus sentimentos reais, fato que no dia a dia têm de esconder para atender um padrão social de comportamento.
• "Com uma boa teoria, as pessoas aprendem mais": a teoria é importante e indispensável e pode ser mais bem compreendida quando cominada com situações práticas.
• "No jogo, não tenho controle da aprendizagem": é impossível controlar a aprendizagem de outra pessoa em qualquer situação.
• "Fico inseguro por não possuir referencial teórico sobre jogos": basta ao aplicador bom conhecimento sobre processos empresariais, experiência na condução de trabalhos vivenciais e segurança na metodologia de aplicação.
• "Não tenho habilidade criativa, logo não posso usar jogos": todas as pessoas têm potencial criativo, o qual só pode ser desenvolvido através da prática.
• "Adulto não gosta de atividades lúdicas": buscar a alegria e o prazer é inerente ao ser humano, independente de sua idade.
Gramigna (2008) e Masetto (2003) apresentam algumas vantagens no uso de jogos de empresas, dentre as quais se podem destacar:
• Contato com uma situação real ou simulada de sua profissão, provocando nos participantes a busca de uma solução para o problema;
• Maior compreensão de conceitos através da análise diagnóstica da situação e da busca de conhecimento para o encaminhamento as solução-problema
• Possibilidade de aplicar as informações à situação real, interagindo teoria e prática;
• Possibilidade do comprometimento do grupo com os resultados da aprendizagem;
• Maior envolvimento dos participantes e integração entre facilitador e participantes;
• Resgate do lúdico no processo de ensino-aprendizagem e conseqüente resgate do potencial criativo dos participantes;
• Possibilidade de mensuração de resultados durante o jogo, favorecendo avaliações comparativas com a realidade empresarial;
• Maiores chances de desenvolvimento de habilidades técnicas, conceituais e interpessoais.
quinta-feira, 24 de junho de 2010
terça-feira, 1 de junho de 2010
Sou "dependente químico"!!!
Agora está comprovado cientificamente! Sou dependente da corrida! Comprovei o que eu já desconfiava.
Calma, eu explico. Recentemente fui convidado para participar de um projeto de mestrado da UNIFESP. O projeto visa observar diferenças nos marcadores bioquimicos que estão relacionados com o bem estar pós exercício (beta endorfina, dopamina, anandamida, BDNF, IL-6) em diferentes intensidades de exercício: exercícios máximos e exercício submaximos de longa duração.
O projeto consiste em testes ergométricos, de VO2Max, lactato e questionários de humor. E no meu caso ficou nítica a alteração de humor através do questionário e da coleta de sangue.
Interessante que esse "fenômeno" não ocorre com outros esportes como o ciclismo e natação, o motivo é que somente na corrida chegamos ao esforço máximo. No meu caso também, os resultados mostraram maior "dependência" nas corridas de longa duração.
Não é a toa que a Mariana me manda ir dar uma corridinha quando estou chato rsrs
Caso tenha interesse em participar e receber os testes gratuitamente entre em contato com:
8751-7099 ou 5572-0177, ou por e-mail modolo@unifesp.br
Prof. Vladimir Modolo
Vejam meus resultados. VO2Max de 62,81!!! Parabéns pra mim!!!
Calma, eu explico. Recentemente fui convidado para participar de um projeto de mestrado da UNIFESP. O projeto visa observar diferenças nos marcadores bioquimicos que estão relacionados com o bem estar pós exercício (beta endorfina, dopamina, anandamida, BDNF, IL-6) em diferentes intensidades de exercício: exercícios máximos e exercício submaximos de longa duração.
O projeto consiste em testes ergométricos, de VO2Max, lactato e questionários de humor. E no meu caso ficou nítica a alteração de humor através do questionário e da coleta de sangue.
Interessante que esse "fenômeno" não ocorre com outros esportes como o ciclismo e natação, o motivo é que somente na corrida chegamos ao esforço máximo. No meu caso também, os resultados mostraram maior "dependência" nas corridas de longa duração.
Não é a toa que a Mariana me manda ir dar uma corridinha quando estou chato rsrs
Caso tenha interesse em participar e receber os testes gratuitamente entre em contato com:
8751-7099 ou 5572-0177, ou por e-mail modolo@unifesp.br
Prof. Vladimir Modolo
Vejam meus resultados. VO2Max de 62,81!!! Parabéns pra mim!!!
segunda-feira, 3 de maio de 2010
4 horas 29 minutos e 45 segundos para ganhar mais uma estrelinha
4:29:45 esse foi meu tempo na sofrida Maratona de SP. Na verdade uma maratona inicia há alguns meses antes...no meu caso, começou após o Triathlon Internacional de Santos, tive pouco mais de 2 meses de preparação, que não foram suficientes, ainda mais quando se estréia uma peça de teatro, organiza o casamento e trabalha que nem louco.
O meu maior e único longo foram 30km, e só...o resto foi tentar trabalhar o psicológico...e falando em psicológico, é sempre assim, véspera de prova importante acontece de tudo no meu trabalho, dessa vez desde trabalhar 24 horas seguidas até mudança de área aconteceu.
De resto, foi só tentar descansar e tomar 3 litros de água por dia. Na sexta, fiz uma seção de shiatsu, que acho que ajuda a relaxar a musculatura. No sábado, apresentação da peça MULHER, que exige muito da parte física. Domingo, dia da prova, o dia tava com um sol lindo, não para quem vai fazer uma Maratona e largar as 9:00 da manhã. Obrigado Globo!
A largada foi com os amigos Nadais, Leandro e Laércio que logo no primeiro km sumiram! Os 4 primeiros kms foram muito tumultuados, já que quem faz a maratona larga junto com os 10km e os 25km. Tudo para mostrar bastante gente na TV. No 8km, encontrei a mulher da minha vida, que deve ter corrido uns 20km no total como apoio. Até o 25km as coisas estavam bem, daí pra frente, só ficaram os guerreiros, os maratonistas, a partir daí como disse um corredor "O filho chora e a mãe não vê"!! e é verdade, a partir desse ponto a cabeça que te leva até o fim. A prova esvazia e as cenas de desistentes fica cada vez mais frequentes. A Mariana estava no 33km, o que meu deu novo ânimo, encontrei também alguns amigos durante todo o percurso e o mais engraçado é dar força e incentivo sendo que você mesmo não tem pra voçê...rsrs. Do 35km pra frente foi só sofrimento, cãimbras, dores, etc...mas pra mim são poucas as emoções que se comparam a cruzar a linha de chegada de uma prova tão difícil, mesmo que o tempo seja 4:29, bem longe da meta de abaixo de 4 horas e do meu recorde mundial de 4:15!!! A Mariana também escreveu o relato da corrida pelo ponto de vista dela, vale a pena conferir: http://eutenhopes.blogspot.com/2010/05/maratona-de-sao-paulo-eu-fui.html
E que venham as próximas loucuras...
terça-feira, 20 de abril de 2010
Projeto UNIFESP
Amigos,
Estou participando, vale a pena divulgar, quem se interessar:
O projeto visa observar diferenças nos marcadores bioquimicos que estão relacionados com o bem estar pós exercício (beta endorfina, dopamina, anandamida, BDNF, IL-6) em diferentes intensidades de
exercício: exercícios máximos e exercício submaximos de longa duração, para entendermos melhor este mecanismo.
O protocolo: Homens de 18 a 45 anos que treinem corrida ou triatlon pelo menos 4 x semana.
1) Voluntario vem no periodo da noite e passa por um Eletrocardiograma de esforço.
Após a aprovação do médico no ECG.
2)Em outro dia no periodo da manhã (EX. Segunda feira) O atleta é submetido a um teste ergoexpirometrico máximo em esteira.
3)Na semana seguinte (no mesmo dia da semana e horario) o atleta será submetido a 30 minutos de exercício em esteira na velocidade do limiar 1.
4)Na outra semana (no mesmo dia da semana e horario) o atleta será submetido a 60 minutos de exercício em esteira na velocidade do limiar 1.
### Para estes três dias de teste, o voluntario sera submetido a coletas de sangue antes do exercício, imediatamente após, 30 minutos após e 60 min após o termino do teste.
O tempo de permanência de cada voluntario aqui no lab gira em torno de 1:30min.
Oferecemos todos os testes gratis e nos comprometemos em laudar e fornecer os resultados de: ECG, Ergoexpirometria, lactato, testosterona, cortisol e dados de humor referentes a cada tipo de exercício.
Os atletas interessados podem entrar em contato comigo pelo telefone:
8751-7099 ou 5572-0177 recado no lab, ou por e-mail modolo@unifesp.br
Agradeço a disponibilidade.
Prof. Vladimir Modolo
Centro de Estudos em Psicobiologia e Exerc?cio - CEPE Universidade Federal de S?o Paulo - UNIFESP modolo@unifesp.br / modolo@cepebr.org
Fone: (11) 5572-0177 cel (11) 8751-7099
Estou participando, vale a pena divulgar, quem se interessar:
O projeto visa observar diferenças nos marcadores bioquimicos que estão relacionados com o bem estar pós exercício (beta endorfina, dopamina, anandamida, BDNF, IL-6) em diferentes intensidades de
exercício: exercícios máximos e exercício submaximos de longa duração, para entendermos melhor este mecanismo.
O protocolo: Homens de 18 a 45 anos que treinem corrida ou triatlon pelo menos 4 x semana.
1) Voluntario vem no periodo da noite e passa por um Eletrocardiograma de esforço.
Após a aprovação do médico no ECG.
2)Em outro dia no periodo da manhã (EX. Segunda feira) O atleta é submetido a um teste ergoexpirometrico máximo em esteira.
3)Na semana seguinte (no mesmo dia da semana e horario) o atleta será submetido a 30 minutos de exercício em esteira na velocidade do limiar 1.
4)Na outra semana (no mesmo dia da semana e horario) o atleta será submetido a 60 minutos de exercício em esteira na velocidade do limiar 1.
### Para estes três dias de teste, o voluntario sera submetido a coletas de sangue antes do exercício, imediatamente após, 30 minutos após e 60 min após o termino do teste.
O tempo de permanência de cada voluntario aqui no lab gira em torno de 1:30min.
Oferecemos todos os testes gratis e nos comprometemos em laudar e fornecer os resultados de: ECG, Ergoexpirometria, lactato, testosterona, cortisol e dados de humor referentes a cada tipo de exercício.
Os atletas interessados podem entrar em contato comigo pelo telefone:
8751-7099 ou 5572-0177 recado no lab, ou por e-mail modolo@unifesp.br
Agradeço a disponibilidade.
Prof. Vladimir Modolo
Centro de Estudos em Psicobiologia e Exerc?cio - CEPE Universidade Federal de S?o Paulo - UNIFESP modolo@unifesp.br / modolo@cepebr.org
Fone: (11) 5572-0177 cel (11) 8751-7099
segunda-feira, 12 de abril de 2010
25 dicas “infalíveis” para um projeto fracassar
Abaixo 25 dicas “incríveis” que podem fazer com que qualquer projeto de gestão de serviços afunde. São elas:
1. Não trate o projeto como um projeto. Não utilize nenhuma metodologia para acompanhamento. Implementar gerenciamento de serviços em uma organização é fácil, rápido e nem precisa de muito esforço. Vá tocando “o barco” como der.
2. Achar que ITIL é um “projeto” que termina e você nunca mais vai precisar ouvir falar dele.
3. Seja cego, surdo e mudo para as necessidades do negócio. Você está gerenciando serviços de TI – nada a ver com o negócio!
4. Não envolva o cliente na definição de critérios de qualidade. Qualidade é você que sabe o que é, afinal você é O CARA de TI! Pensando bem, critérios de qualidade… quem precisa deles?
5. Comece o processo de gerenciamento de serviços , sem ter claro o entendimento do que realmente é um serviço para o seu cliente. Tenha certeza: o processo será um verdadeiro “sucesso”. Vamos gerenciar aquilo que nem mapeamos e nem conhecemos… maravilha!
6. Destaque somente ganhos operacionais e deixe ganhos financeiros em segundo plano (afinal, qualidade é o que interessa, o resto não tem pressa).
7. Coloque um “Zé Ninguém” (tipo este com cara de perdido da figura ao lado) para ser gerente de nível de serviços.
8. Coloque um gerente financeiro que não entenda de TI ou vice versa, um gerente de TI que não entenda de finanças.
9. Não invista em treinamentos: Faça somente um treinamento quando o processo entrar em produção. Afinal, treinamentos são direcionados a pessoas e a parte importante mesmo da ITIL são os processos e as ferramentas.
10. Não comunique as pessoas na profundidade e abrangência necessárias: campanhas de conscientização para que todos saibam o valor agregado de um bom gerenciamneto de serviços é completamente opcional. Um luxoooo!
11. Avise que os ganhos demoooooooram para aparecer…. não defina “quick wins”, porque essa palavrinha em Ingles é muito difícil de ser lembrada.
12. Escreva todos os processos pensando em entregá-los rapidamente. Afinal , depois de entregues você estará livre para outro projeto.
13. Escolha a ferramenta mais barata e implemente sem testar, porque o fornecedor falou que ela é “ITIL Compliance”.
14. Como é complicado configurar ferramentas, comece pela configuração delas antes de definir adequadamente o processo.
15. Todos os processos devem emitir relatórios, mas quanto mais eles tiverem termos técnicos e complexidade, mais isso mostrará o valor agregado de TI. Afinal, o cliente sabe tudo de TI, né?
16. Ache que processos ITIL são procedimentos que indicam como as pessoas devem executar suas tarefas diárias.
17. Utilize exatamente os fluxogramas sugeridos pela ITIL, assim vc não corre o risco de alguem falar que vc não está em “Compliance”.
18. Adote e adapte. Pode adaptar a vontade. Faça adaptações até não entender mais qual era a proposta inicial. Afinal a ITIL diz: ADOTE E ADAPTE.
19. Se estiver dificil definir um dono para um processo, divida em “duas bolas”: assim você vira o amigão da galera.
20. Desenhar processos, mas seguir a regra de quem “grita mais alto” ou quem “é seu amigo” ou quem “tem mais influência” para decidir o que fazer.
21. Desenhar um manual de processos lindo, mas tão utilizado que no final ele vai virar um suporte de um monitor velho. Legal, ergonomia também é importante, certo?
22. Melhoria contínua. Fácil…. Vamos promovê-la baseando-nos em critérios obscuros, que mudam a cada dia ou baseados simplesmente na intuição.
23. ITIL é coisa SÓ de Infraestrutura. Logo, sua equipe de desenvolvimento de softwares ou fornecedores não tem NADA a ver com ITIL.
24. Achar que o presidente da sua empresa também não tem NADA a ver com ITIL. Que raios ele tem que abrir chamado no service Desk? Para ele nós atendemos na hora, sem prazos, sem classificações, sem processo! Afinal, ele é VIP.
25. Controlar o processo e esquecer do serviço. As vezes o trabalho para manter um processo é tão intenso que o serviço e sua qualidade ficam em segundo plano. Quem nunca passou por isso?
Alguém se lembra de mais alguma dica para o FRACASSO?
Se sim, vale a pena citar, porque na prática tudo isso acontece e é bom ser PREVINIDO!
Por isso é tão difícil ter sucesso na implementação do gerenciamento de serviços…
1. Não trate o projeto como um projeto. Não utilize nenhuma metodologia para acompanhamento. Implementar gerenciamento de serviços em uma organização é fácil, rápido e nem precisa de muito esforço. Vá tocando “o barco” como der.
2. Achar que ITIL é um “projeto” que termina e você nunca mais vai precisar ouvir falar dele.
3. Seja cego, surdo e mudo para as necessidades do negócio. Você está gerenciando serviços de TI – nada a ver com o negócio!
4. Não envolva o cliente na definição de critérios de qualidade. Qualidade é você que sabe o que é, afinal você é O CARA de TI! Pensando bem, critérios de qualidade… quem precisa deles?
5. Comece o processo de gerenciamento de serviços , sem ter claro o entendimento do que realmente é um serviço para o seu cliente. Tenha certeza: o processo será um verdadeiro “sucesso”. Vamos gerenciar aquilo que nem mapeamos e nem conhecemos… maravilha!
6. Destaque somente ganhos operacionais e deixe ganhos financeiros em segundo plano (afinal, qualidade é o que interessa, o resto não tem pressa).
7. Coloque um “Zé Ninguém” (tipo este com cara de perdido da figura ao lado) para ser gerente de nível de serviços.
8. Coloque um gerente financeiro que não entenda de TI ou vice versa, um gerente de TI que não entenda de finanças.
9. Não invista em treinamentos: Faça somente um treinamento quando o processo entrar em produção. Afinal, treinamentos são direcionados a pessoas e a parte importante mesmo da ITIL são os processos e as ferramentas.
10. Não comunique as pessoas na profundidade e abrangência necessárias: campanhas de conscientização para que todos saibam o valor agregado de um bom gerenciamneto de serviços é completamente opcional. Um luxoooo!
11. Avise que os ganhos demoooooooram para aparecer…. não defina “quick wins”, porque essa palavrinha em Ingles é muito difícil de ser lembrada.
12. Escreva todos os processos pensando em entregá-los rapidamente. Afinal , depois de entregues você estará livre para outro projeto.
13. Escolha a ferramenta mais barata e implemente sem testar, porque o fornecedor falou que ela é “ITIL Compliance”.
14. Como é complicado configurar ferramentas, comece pela configuração delas antes de definir adequadamente o processo.
15. Todos os processos devem emitir relatórios, mas quanto mais eles tiverem termos técnicos e complexidade, mais isso mostrará o valor agregado de TI. Afinal, o cliente sabe tudo de TI, né?
16. Ache que processos ITIL são procedimentos que indicam como as pessoas devem executar suas tarefas diárias.
17. Utilize exatamente os fluxogramas sugeridos pela ITIL, assim vc não corre o risco de alguem falar que vc não está em “Compliance”.
18. Adote e adapte. Pode adaptar a vontade. Faça adaptações até não entender mais qual era a proposta inicial. Afinal a ITIL diz: ADOTE E ADAPTE.
19. Se estiver dificil definir um dono para um processo, divida em “duas bolas”: assim você vira o amigão da galera.
20. Desenhar processos, mas seguir a regra de quem “grita mais alto” ou quem “é seu amigo” ou quem “tem mais influência” para decidir o que fazer.
21. Desenhar um manual de processos lindo, mas tão utilizado que no final ele vai virar um suporte de um monitor velho. Legal, ergonomia também é importante, certo?
22. Melhoria contínua. Fácil…. Vamos promovê-la baseando-nos em critérios obscuros, que mudam a cada dia ou baseados simplesmente na intuição.
23. ITIL é coisa SÓ de Infraestrutura. Logo, sua equipe de desenvolvimento de softwares ou fornecedores não tem NADA a ver com ITIL.
24. Achar que o presidente da sua empresa também não tem NADA a ver com ITIL. Que raios ele tem que abrir chamado no service Desk? Para ele nós atendemos na hora, sem prazos, sem classificações, sem processo! Afinal, ele é VIP.
25. Controlar o processo e esquecer do serviço. As vezes o trabalho para manter um processo é tão intenso que o serviço e sua qualidade ficam em segundo plano. Quem nunca passou por isso?
Alguém se lembra de mais alguma dica para o FRACASSO?
Se sim, vale a pena citar, porque na prática tudo isso acontece e é bom ser PREVINIDO!
Por isso é tão difícil ter sucesso na implementação do gerenciamento de serviços…
quinta-feira, 25 de março de 2010
Estréia do Espetáculo MULHER - 11/04
Agora é real, espero todos na única apresentação em SP, resultado de um árduo trabalho. A foto acima é da Grande MULHER Mariana Pelozio, protagonista da peça. Espero por todos.
Data: 11/04/2010
Horário: 19:00
Local: Alameda Dino Bueno, 353 (Próximo ao Terminal Princesa Isabel - estacionamento no local)
Ingressos no local: R$20,00 (Estudantes pagam meia enrtada)
SINOPSE
M U L H E R,
Sob a direção e criação de LUCIANO MATTOS
A vida de Maria de Nazaré, mãe de Jesus Cristo e uma das figuras mais importantes do Cristianismo, é tema do espetáculo teatral com estréia para o dia 11\04\2010 às 19h no Teatro Grande Otelo na cidade de São Paulo. Intitulado " MULHER ”, o espetáculo narra à vida de Maria de forma bem livre, criativa e não linear.
Dividido em um único ato, o espetáculo traz musicas interpretadas pelo elenco composto por 04 (quatro) atores e 1 (uma) atriz, por meio destas músicas há também dança, e desta forma contam à história que se estende na contemporaneidade da vida, dando centralidade à figura da Mulher, “a mais importante da humanidade”.
O papel da Mulher é interpretado pela cantora-atriz MARIANA PELOZIO, brasileira que tem uma forte devoção mariana.
"M U L H E R”, quer mostrar o lado terreno e o lado espiritual desta MULHER , começando com ela menina, até sua morte.
O enredo se baseia em pesquisas levantadas nos laboratórios vivenciados pelos atores, MATTOS (o autor e diretor) prefere chamar de experimentos teatrais, um processo de desconstrução, em MULHER o processo e totalmente inverso, não houve um texto onde o ator passava por estas etapas de texto dramaturgicamente escrito, como de costumes nas produções teatrais.
Produção- SP 26-02-2010

quinta-feira, 11 de março de 2010
Teatro - Peça MULHER
TEATRO
Um trabalho fora do comum. Esse é o principal objetivo por eu estar nesse trabalho. Fazer uma proposta diferente, sair do normal, mesmo que para isso tenhamos que sofrer as críticas por apostar nessa abordagem atípica. Mas creio que vale o esforço para mostrar que a Igreja pode e deve aliar técnica e unção como um forte canal de evangelização. Levar algo diferenciado ao público, que cause impacto e façam todos refletirem de acordo com suas interpretações e experiências de vida.
O processo de criação desse espetáculo também nos da essa possibilidade de juntos trazermos nossas experiências e experimentarmos o novo dentro do contexto do tema proposto. O processo colaborativo mesmo que no primeiro momento gere certa insegurança, mostra-se ao longo da jornada que as peças se encaixam, com harmoniosa conexão, e até a interpretação torna-se mais verdadeira, pois é de certa forma parte de nós mesmos.
Espetáculo onde a linha mesmo com várias direções não perde o sentido principal, o eixo central da MULHER que tece junto com as personagens. As cenas, como pedaços de uma rede mostram diversas ligações e caminhos com um perfeito encaixe para mostrar e fazer refletir sobre o verdadeiro papel da MULHER.
Abaixo uma matéria recente da Folha sobre esse projeto, o do centro da foto sou eu.
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teatro
segunda-feira, 1 de março de 2010
Triathlon Internacional de Santos
03:03:37. Esse foi meu tempo ontem. Nada mal por ser a segunda prova do ano e pra quem não treinou especificamente para a prova.
Sábado retirada tranquila do kit, a feira estava mais pobre do que a do ano passado, mas é bom estar lá e já ir entrando no clima da prova. Carboidrato na janta e descanso. O Marcelinho, que fotografou para a Webrun esteve com a gente.
Domingo amanheceu nublado, graças a Deus, nada parecido com os 39 graus do Meioironman do Rodoanel. A garoa atrapalhou um pouco, mas não comprometeu...
Natação: O mar estava agitado, difícil passar as ondas, acho que devido a chuva ficou mais pesado também. A correnteza estava contra, o que deixou a natação ainda mais lenta, fora os lixos, garrafas pets e a água poluída.
Bike: Essa acho que foi a melhor parte, é muito bom pedalar nessa prova, percurso plano e com praticamente 2 grandes retas.
Corrida: É muito engraçado ver triatletas correndo depois de nadar e pedalar, corremos muito "torto" rsrs, consequência do desgaste e da mudanças fisiológicas de cada modalidade. Mas foi tranquilo, acho que nessa hora a cabeça conta mais do que o corpo, na corrida lembrei de um grito que recebi ano passado nessa mesma prova: "Corra com o coração!" disse alguém na torcida.
Terminei com direito a sprint e sorrindo...ainda mais com uma noiva linda me esperando rsrs, acho que correr com o coração faz sentido pra mim...
Tempos:
Natação: 48:39
Bike 1:21
Corrida 53:49
Total 03:03:37
17 minutos mais rápido do que o ano passado...e ainda tive ensaio de teatro depois e hoje já treinei tiros...
Agora, que venha a Maratona de SP em 02/05
terça-feira, 23 de fevereiro de 2010
Ser Namorada de Triathleta é...
Segue um email bacana que recebi, segundo a Mariana, minha noiva, ainda precisam ser acrescentados outros itens, mas os que estão aqui já fazem bastante sentido...mande já para sua namorada, noiva, mulher...rsrs
Ser Namorada de Triathleta é:
1- Saber o que é um ironman
2- Ficar esperando ele nos treinos e quando chega pergunta:"demorei?"
3- Ter ciúmes da bicicleta nova dele.
4- Ganhar materiais esportivos no natal.
5- Responder que sim,você viu aquele sprint final (seja lá o que for isso).
6- Permitir que a lua de mel seja em qualquer lugar,desde que ele possa treinar.
7- Saber que seus pais vão olhar desconfiados para ele quando ele disser(e ele vai dizer) que é triathleta.
8- Chatear ele dizendo que Jan Ullrich é o maior gatinho.
9- Passar a noite de sábado vendo supercine, porque ele ligou dizendo que amanha haverá um treino longo de pedal e não vai pode sai com você.
10- Achar "LINDO" aquelas marquinhas de sol nas pernas .
11- Aprender tudo , ou quase tudo sobre triathlon.
12 - Num fim de semana chuvoso, assistir o mesmo DVD de triathlon ou de ciclismo milhões de vezes ouvindo ele dizer: olha essa fuga que ele vai fazer agoooraaaa!
segunda-feira, 18 de janeiro de 2010
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