segunda-feira, 6 de setembro de 2010

13º Festival de Teatro Cristoarte

Bom dia Amigos!!! Agora a vida começa a voltar ao normal, passado casamento e no último fim de semana o Festival Cristoarte, no qual sou coordenador geral. Vou aproveitar o Release feito por Mariana Pelozio para contar um pouco do que me faz acordar as 5:00 da manhã além dos treinos. ´Tenho certeza que vale a pena o esforço!!!!

13º FESTIVAL CRISTOARTE


“O Coração de Jesus está aberto para vocês”. Foi com essa frase que Padre Bene, diretor do Colégio Salesiano Liceu Coração de Jesus, encerrou o 13º Festival de Teatro Cristoarte.

“O Coração de Jesus está aberto para vocês, nos dois sentidos, as casas Salesianas e o Sagrado Coração de Nosso Senhor”.

O Festival de Teatro Cristoarte, em sua 13º edição estreou em casa nova. Companhias de teatro de Rondônia, Rio de Janeiro, Espírito Santo, São José dos Campos, Itapeva e São Paulo, encheram o Teatro Grande Otelo no colégio Liceu do Sagrado Coração de Jesus, em Campos Elísios , São Paulo, que na figura sorridente do Padre Bene abriu as portas para 10 grupos de teatro amador, que com muito trabalho desejam realizar a missão de evangelizar através da arte.

Iniciamos com uma belíssima oração e a acolhedora benção sacerdotal, quando soubemos que um dos grupos, do Rio de Janeiro teve problemas com a empresa de transporte para chegar a São Paulo. Sem dinheiro para contratar outra empresa, a participação do Grupo Cenáculo – RJ era impossível. Porém pudemos presenciar o milagre da multiplicação. As outras equipes que já estavam em São Paulo , esqueceram a competição e os prêmios e se doaram. Em poucas horas já havia sido arrecadado o valor total para que o Cenáculo estivesse conosco. Um pequeno milagre que anunciou toda a emoção que estaria por vir.

No sábado, 5 apresentações encheram nossos olhos e corações. Houve também momentos de improviso que arrancaram gargalhadas da platéia. A presença da Banda Rainha, que já acompanha o festival há 8 anos, foi um show a parte. Músicas e animação para enriquecer ainda mais o festival.

No domingo abrimos o dia com a Santa Missa, cada grupo pode ofertar algo e dividir com palavras os anseios e dores que vivem. Padre Anderson nos brindou com sua homilia e Padre Bene completou nos dizendo que Dom Bosco lá no céu com certeza, estava sorrindo para nós!

Tivemos outras 5 apresentações, e fechamos em meio de sorrisos e lágrimas com o Grupo Cenáculo. Iniciou a dura tarefa dos 3 jurados, Ariane Rosa, Lú Pimentel e Luciano Mattos, este último, que dirige o Programa Foco, no próprio colégio, para escolher os vencedores de cada categoria.

Durante a premiação, muita alegria, comemoração e lágrimas. Prêmios para direção, atores, texto e muitas outras categorias. Para fechar com chave de ouro o Campeão Geral que nos fez ter certeza que Deus sempre abençoa o esforço da busca, Grupo Cenáculo, com a peça Chiquinho, uma narrativa divertida sobre a vida de São Francisco de Assis.

Em segundo lugar o Grupo Fazart, de Mimoso do Sul, ES e em terceiro Lugar , Paz e Bem de São Paulo.

O Festival de Teatro Cristoarte é organizado pelo grupo Vivarte e é realizdo todos os anos, abrindo espaço para que grupos amadores mostrem seus trabalhos. Para maiores informações acesse www.grupovivarte.com/cristoarte .

Por Mariana Pelozio

Confira aqui as fotos do 13º Cristoarte

Confira o resultado oficial do 13º Cristoarte

segunda-feira, 19 de julho de 2010

Dia do Quase pódio!


Domingo foi dia de Duathlon! Me inscrevi nessa prova por vários motivos:


- Mais barata que as provas de triathlon;
- Conhecer a organização da Brasilfit;
- É perto de casa;
- Falta de tempo para treinar;
- Nunca ter participado dessa modalidade;


O resultado foi melhor do que eu esperava, abaixo as parciais:


Volta Tempo Distância ritmo


1 00:21:02 5,11 04:07
2 00:31:31 15,97 01:58
3 00:12:59 2,91 04:27


Total: 1:05:33


Existe grande dificuldade de pedalar depois de correr, é diferente do que estamos acostumados, a perna pesa, mas com o vácuo liberado ficou um pouco mais fácil.


A organização é muito boa, organizada, com boa estrutura a um preço justo. quando terminei a prova vi que tinha passado alguns da minha categoria, e como tinha pódio até o 5º colocado pedi para a super comissária de bordo, mais conhecida como Mariana ver o resultado, e para minha decepção fiquei em 6º, faltou passar apenas um atleta!!! Frustante, mas faz parte, algúem tem que chegar em sexto, para alguém ganhar outros tem que perder, mas tenho certeza que não perdi, ganhei bastante e saí bem satisfeito com meus tempos. Agora a próxima prova só com novo estado civil rsrs.

Baccios

sexta-feira, 16 de julho de 2010

O papel da nutricionista na vida do corredor

Amigos! Segue entrevista que respondi para a jornalista Yara Achôa sobre o papel da Nutrição no esporte.

PAUTA: o papel da nutricionista na vida do corredor


• Nome: Diego Ciarrocchi


• Idade: 27 anos


• Profissão: Analista de Projetos de TI


• Há quanto tempo corre? 5 anos. Desde Maio de 2005


• Treina quantas vezes por semana? 6 vezes por semana


• Treina para ter qualidade de vida ou performance? Para as duas coisas, porém a qualidade de vida é o principal objetivo, a performance vem como consequência.


• Você se considera um corredor iniciante, intermediário ou avançado? Depende do ponto de vista rsrs. Creio que avançado, já participei de mais de 100 provas, algumas como Elite.


• Seus desafios estão mais próximos de provas de 10K; distâncias intermediárias como Meia Maratona; ou Maratonas e Ultras? Maratonas e o Ironman (3,8km Natação, 180 bike e 42km Corrida).


• Tem acompanhamento nutricional? Acha importante ter? Por que? Acho importante todo corredor ter um acompanhamento multidisciplinar, treinos, nutrição, exames médicos, psicólogos. Já que iremos investir tempo e dinheiro no esporte devemos fazer o melhor. Especificamente com a nutrição, vi que meu desempenho melhorou muito após o início das consultas. Por muito tempo foquei esforço somente nos treinamentos e não dei a devida atenção para a alimentação, que como comprovam alguns estudos é tão ou mais importante do que os treinos. O acompanhamento nutricional é importante não somente para o corredor, mas para todos que buscam qualidade de vida.


• Acredita que a orientação nutricional possa fazer sua performance melhorar? Com certeza, meus tempos diminuíram bastante depois que comecei o acompanhamento, o tempo de recuperação também diminuiu. Reflexo de uma alimentação balanceada e adequada as minhas necessidades. Deixei de “treinar para comer” e passei a “comer pra treinar”. Muitas vezes eu treinava e depois comia muito mais que o necessário pensando que já tinha gasto as calorias, porém as calorias gastas num treino não refletem o alto consumo calórico de uma refeição num fast food por exemplo.


• Se tem nutricionista, com que freqüência a consulta? O que mudou na sua vida de corredor após procurar esse profissional? Faço acompanhamento a cada dois meses, a consulta ajuda para medir as evoluções, traçar novas metas para peso, massa magra, percentual de gordura e montar um planejamento para uma prova específica. Principalmente as provas mais longas exigem atenção especial da hidratação e alimentação antes, durante e depois da prova.


O que mudou creio que não foi somente na vida de corredor, mas sim no estilo de vida. A alimentação saudável e balanceada acaba interferindo também em outras áreas na minha vida, como no trabalho e nos relacionamentos. As pessoas mais próximas acabam também entrando no ritmo e adotam uma postura diferente na alimentação. Claro que no trabalho acham engraçado na minha mesa ter três frutas, aveia, barra de cereal e 2 litros de água. Vejo que a constância é a palavra chave na alimentação, claro que algumas exceções podem e devem acontecer, mas se você não arruma tempo e disciplina pra sua saúde, terá que arrumar pra sua doença.


• Se não tem nutricionista, como cuida da alimentação? “Consulta” amigos, procura informações em sites e revistas ou simplesmente faz o que acha certo? Mesmo com o acompanhamento acho válida a busca de informações com amigos, sites, revistas, etc. Devemos apenas ficar atentos para ver o que serve para nossas necessidades, a regra de o que vale para seu amigo pode não valer pra você também serve para a nutrição.


• Toma algum suplemento por conta própria? Não, todos os suplementos que uso são com orientação da minha nutricionista, tomar por conta pode se tornar até arriscado para a saúde e ter efeito contrário do desejado.

quarta-feira, 14 de julho de 2010

Como eu corri tanto tempo seu um Garmin!?


Pois é, meu brinquedo novo chegou! E logo após o primeiro treino me perguntei como eu corri tanto tempo sem ele rsrs. Demorei pra escolher o modelo, pesquisei bastante, conversei com alguns amigos que tinham outros modelos, e cheguei a conclusão que o Garmin Forrunner 110 me atendia.


Comparado com outros modelos ele leva vantagem em vários aspectos. O primeiro e talvez um dos mais importantes é o preço, paguei $250,00 na Amazon, se comparado com os outros modelos a diferença é de aproximadamente $100,00. Outro fator que influenciou muito foi o design/tamanho, pois diferente dos outros, ele tem um design moderno e com um tamanho bem menor em relação ao Forrunner 305 por exemplo.


Outro ponto positivo é a fácil interação, o próprio manual tem 9 páginas, ele é bem simples de usar e possui todos os recursos que um corredor high-tech precisa.


No treino, o GPS localizou o satélite em menos de 1 minuto, a sincronização com o site Garmin Connect também é super simples, e traz muitas informações sobre os treinos ou provas que podem sim ser relevantes ao seu treinador para melhorar sua performance.


Outro diferencial é que está disponível três modelos, masculino, feminino e unisex, opcional também é a cinta de freqüência cardíaca.


Ainda não testei numa prova de triathlon para ver como ele se sai na água, sei que a resistência na água não é muito boa. Outro ponto de atenção é que a bateria dura até 8 horas de treino, talvez não dê pra fazer um Ironman com ele.


Na embalagem vem um carregador USB e adaptador para tomada, o que é ótimo.


Em suma, para quem quer praticidade com um custo x benefício aceitável o Garmin Forunner 110 atende e não deixa a desejar em nada para os outros modelos, mais caros e maiores!


Abraços e nos vemos no asfalto! Nesse domingo tem Duathlon em São Bernando pela Brasilfit!

segunda-feira, 12 de julho de 2010

Triatletas que adoram uma corridinha




Pois é, eu sou um desses, mesmo 100% focado para as provas de triathlon, e a partir de agora já para o Meioironman de Pirassununga em Novembro eu não dispenso uma provinha de corrida, ainda mais num percurso novo e numa prova que nunca fiz. Ontem participei do Circuito SESC Santana de corrida, foram só 6km bem corridos considerando o treino forte de sábado na USP e a apresentação da Peça MULHER a noite. Tempo total de 28:13. Na minha opnião, as provas do SESC são tem dúvida o melhor custo x benefício, essa por exemplo custou R$8,00 com direito a sacola, camiseta, medalha, lanche, etc..

Resumo da Prova:
2 voltas de 3km
Muitas súbidas
Meu tempo: 28:13 (Detalhe, meu recorde mundial para essa distância)

O melhor é que também cumpri minha meta, fazer um não corredor correr, dessa fez foi o Vinícius Hideki, ator do #MULHER, fez em 34 minutos, nada mal para estréia. A noiva também correu, linda!!! Muitos amigos na prova, bom rever todos!!!

Semana que vem tem mais, Duathlon em São Bernando, 5km de corrida, 20 km de bike e 2,5km corrida.

Agora será que esse fenômeno da corrida acontece só comigo? A natação treino quase que por obrigação, a bike tem me conquistado cada vez mais, mas a corrida é paixão antiga. talvez mesmo a perfeição seja os três esportes juntos, a peça de três atos, e tirando as infinitas proporções o Triathlon é a "santíssima trindade" do esporte. Thiathlon Life Style!

quinta-feira, 24 de junho de 2010

Aprender "fazendo"

O tópico parece batido, mas tenho observado que pelo menos no meu caso, assimilo conhecimento muito melhor de forma prática, ou seja, fazendo. Abaixo coloco um trecho do meu TCC da Pós-Graduação de Gestão de Projetos que trata exatamente sobre isso, o uso de ferramentas práticas para facilitar o aprendizado. Se tiver interesse te envio o TCC completo. E você? Acredita nesse método?

Experiência prática de conceitos de Gerenciamento de Projetos segundo PMBOK através de Jogos de Empresa.

Os jogos de empresa foram usados primeiramente na década de 50 em universidades americanas e desde a década de 80 vem sendo usado como uma alternativa didática de ensino no Brasil. Os jogos de empresa baseiam-se na vivência empresarial, através de simulações de rotinas e decisões cotidianas em uma empresa. Essa prática visa complementar o ensino teórico adquirido ao longo do curso. Outra forte característica de jogos de empresa é a participação ativa e colaborativa dos alunos, onde é nítido o "aprender fazendo". As ações em conjunto geram questionamentos que são essenciais para assimilação dos conteúdos abordados.



Segundo Gramigna (1993: 9), essa participação colaborativa do jogo proporciona o aprimoramento das relações sociais entre as pessoas exigindo habilidades como:

• Ouvir, processar, entender e repassar informações;
• Dar e receber feedback de forma efetiva;
• Discordar com cortesia, respeitando a opinião dos outros;
• Adotar posturas de cooperação;
• Ceder espaço para os colegas;
• Mudar de opinião; Tratar idéias conflitivas com flexibilidade e neutralidade.

Vemos que os jogos de empresas atingem claramente os objetivos educacionais como aplicar os conceitos de gestão em ambiente empresarial, e principalmente interagir com os demais participantes que desempenham diferentes papéis em sua vida profissional e atuam nos variados setores da economia.


Gramigna (1993: 124) também identifica 10 mitos em torno dos jogos e classifica-os como forças restritivas, que precisam ser desmistificadas:


• "Se brinco não aprendo": na realidade, aprende-se com mais facilidade quando se gosta do que faz e quando o ambiente favorece a espontaneidade e a brincadeira.
• "Jogos demandam muito tempo de planejamento": existem algumas ações preventivas que podem evitar tal desgaste.
• "Tenho medo de os treinando não entrarem no jogo": por maior que seja a resistência de um, o grupo o contamina e ele acabará se envolvendo nas atividades.
• "Não gosto de incentivar a competição, ela já é muito forte nas empresas": a competição existe nas pessoas. Camuflá-la não é a melhor maneira de superá-la.
• "O jogo torna as pessoas agressivas": o clima permissivo faz com que as pessoas se comportem de forma natural e expressem seus sentimentos reais, fato que no dia a dia têm de esconder para atender um padrão social de comportamento.
• "Com uma boa teoria, as pessoas aprendem mais": a teoria é importante e indispensável e pode ser mais bem compreendida quando cominada com situações práticas.
• "No jogo, não tenho controle da aprendizagem": é impossível controlar a aprendizagem de outra pessoa em qualquer situação.
• "Fico inseguro por não possuir referencial teórico sobre jogos": basta ao aplicador bom conhecimento sobre processos empresariais, experiência na condução de trabalhos vivenciais e segurança na metodologia de aplicação.
• "Não tenho habilidade criativa, logo não posso usar jogos": todas as pessoas têm potencial criativo, o qual só pode ser desenvolvido através da prática.
• "Adulto não gosta de atividades lúdicas": buscar a alegria e o prazer é inerente ao ser humano, independente de sua idade.

Gramigna (2008) e Masetto (2003) apresentam algumas vantagens no uso de jogos de empresas, dentre as quais se podem destacar:


• Contato com uma situação real ou simulada de sua profissão, provocando nos participantes a busca de uma solução para o problema;
• Maior compreensão de conceitos através da análise diagnóstica da situação e da busca de conhecimento para o encaminhamento as solução-problema
• Possibilidade de aplicar as informações à situação real, interagindo teoria e prática;
• Possibilidade do comprometimento do grupo com os resultados da aprendizagem;
• Maior envolvimento dos participantes e integração entre facilitador e participantes;
• Resgate do lúdico no processo de ensino-aprendizagem e conseqüente resgate do potencial criativo dos participantes;
• Possibilidade de mensuração de resultados durante o jogo, favorecendo avaliações comparativas com a realidade empresarial;
• Maiores chances de desenvolvimento de habilidades técnicas, conceituais e interpessoais.

terça-feira, 1 de junho de 2010

Sou "dependente químico"!!!

Agora está comprovado cientificamente! Sou dependente da corrida! Comprovei o que eu já desconfiava.

Calma, eu explico. Recentemente fui convidado para participar de um projeto de mestrado da UNIFESP. O projeto visa observar diferenças nos marcadores bioquimicos que estão relacionados com o bem estar pós exercício (beta endorfina, dopamina, anandamida, BDNF, IL-6) em diferentes intensidades de exercício: exercícios máximos e exercício submaximos de longa duração.


O projeto consiste em testes ergométricos, de VO2Max, lactato e questionários de humor. E no meu caso ficou nítica a alteração de humor através do questionário e da coleta de sangue.


Interessante que esse "fenômeno" não ocorre com outros esportes como o ciclismo e natação, o motivo é que somente na corrida chegamos ao esforço máximo. No meu caso também, os resultados mostraram maior "dependência" nas corridas de longa duração.


Não é a toa que a Mariana me manda ir dar uma corridinha quando estou chato rsrs

Caso tenha interesse em participar e receber os testes gratuitamente entre em contato com:
8751-7099 ou 5572-0177, ou por e-mail modolo@unifesp.br
Prof. Vladimir Modolo

Vejam meus resultados. VO2Max de 62,81!!! Parabéns pra mim!!!
 
 





 

segunda-feira, 3 de maio de 2010

4 horas 29 minutos e 45 segundos para ganhar mais uma estrelinha


4:29:45 esse foi meu tempo na sofrida Maratona de SP. Na verdade uma maratona inicia há alguns meses antes...no meu caso, começou após o Triathlon Internacional de Santos, tive pouco mais de 2 meses de preparação, que não foram suficientes, ainda mais quando se estréia uma peça de teatro, organiza o casamento e trabalha que nem louco.


O meu maior e único longo foram 30km, e só...o resto foi tentar trabalhar o psicológico...e falando em psicológico, é sempre assim, véspera de prova importante acontece de tudo no meu trabalho, dessa vez desde trabalhar 24 horas seguidas até mudança de área aconteceu.

De resto, foi só tentar descansar e tomar 3 litros de água por dia. Na sexta, fiz uma seção de shiatsu, que acho que ajuda a relaxar a musculatura. No sábado, apresentação da peça MULHER, que exige muito da parte física. Domingo, dia da prova, o dia tava com um sol lindo, não para quem vai fazer uma Maratona e largar as 9:00 da manhã. Obrigado Globo!


A largada foi com os amigos Nadais, Leandro e Laércio que logo no primeiro km sumiram! Os 4 primeiros kms foram muito tumultuados, já que quem faz a maratona larga junto com os 10km e os 25km. Tudo para mostrar bastante gente na TV. No 8km, encontrei a mulher da minha vida, que deve ter corrido uns 20km no total como apoio. Até o 25km as coisas estavam bem, daí pra frente, só ficaram os guerreiros, os maratonistas, a partir daí como disse um corredor "O filho chora e a mãe não vê"!! e é verdade, a partir desse ponto a cabeça que te leva até o fim. A prova esvazia e as cenas de desistentes fica cada vez mais frequentes. A Mariana estava no 33km, o que meu deu novo ânimo, encontrei também alguns amigos durante todo o percurso e o mais engraçado é dar força e incentivo sendo que você mesmo não tem pra voçê...rsrs. Do 35km pra frente foi só sofrimento, cãimbras, dores, etc...mas pra mim são poucas as emoções que se comparam a cruzar a linha de chegada de uma prova tão difícil, mesmo que o tempo seja 4:29, bem longe da meta de abaixo de 4 horas e do meu recorde mundial de 4:15!!! A Mariana também escreveu o relato da corrida pelo ponto de vista dela, vale a pena conferir: http://eutenhopes.blogspot.com/2010/05/maratona-de-sao-paulo-eu-fui.html

E que venham as próximas loucuras...

terça-feira, 20 de abril de 2010

Projeto UNIFESP

Amigos,

Estou participando, vale a pena divulgar, quem se interessar:

O projeto visa observar diferenças nos marcadores bioquimicos que estão relacionados com o bem estar pós exercício (beta endorfina, dopamina, anandamida, BDNF, IL-6) em diferentes intensidades de



exercício: exercícios máximos e exercício submaximos de longa duração, para entendermos melhor este mecanismo.


O protocolo: Homens de 18 a 45 anos que treinem corrida ou triatlon pelo menos 4 x semana.


1) Voluntario vem no periodo da noite e passa por um Eletrocardiograma de esforço.


Após a aprovação do médico no ECG.


2)Em outro dia no periodo da manhã (EX. Segunda feira) O atleta é submetido a um teste ergoexpirometrico máximo em esteira.


3)Na semana seguinte (no mesmo dia da semana e horario) o atleta será submetido a 30 minutos de exercício em esteira na velocidade do limiar 1.


4)Na outra semana (no mesmo dia da semana e horario) o atleta será submetido a 60 minutos de exercício em esteira na velocidade do limiar 1.


### Para estes três dias de teste, o voluntario sera submetido a coletas de sangue antes do exercício, imediatamente após, 30 minutos após e 60 min após o termino do teste.


O tempo de permanência de cada voluntario aqui no lab gira em torno de 1:30min.


Oferecemos todos os testes gratis e nos comprometemos em laudar e fornecer os resultados de: ECG, Ergoexpirometria, lactato, testosterona, cortisol e dados de humor referentes a cada tipo de exercício.


Os atletas interessados podem entrar em contato comigo pelo telefone:


8751-7099 ou 5572-0177 recado no lab, ou por e-mail modolo@unifesp.br

Agradeço a disponibilidade.


Prof. Vladimir Modolo


Centro de Estudos em Psicobiologia e Exerc?cio - CEPE Universidade Federal de S?o Paulo - UNIFESP modolo@unifesp.br / modolo@cepebr.org


Fone: (11) 5572-0177 cel (11) 8751-7099

segunda-feira, 12 de abril de 2010

25 dicas “infalíveis” para um projeto fracassar

Abaixo 25 dicas “incríveis” que podem fazer com que qualquer projeto de gestão de serviços afunde. São elas:


1. Não trate o projeto como um projeto. Não utilize nenhuma metodologia para acompanhamento. Implementar gerenciamento de serviços em uma organização é fácil, rápido e nem precisa de muito esforço. Vá tocando “o barco” como der.


2. Achar que ITIL é um “projeto” que termina e você nunca mais vai precisar ouvir falar dele.


3. Seja cego, surdo e mudo para as necessidades do negócio. Você está gerenciando serviços de TI – nada a ver com o negócio!


4. Não envolva o cliente na definição de critérios de qualidade. Qualidade é você que sabe o que é, afinal você é O CARA de TI! Pensando bem, critérios de qualidade… quem precisa deles?


5. Comece o processo de gerenciamento de serviços , sem ter claro o entendimento do que realmente é um serviço para o seu cliente. Tenha certeza: o processo será um verdadeiro “sucesso”. Vamos gerenciar aquilo que nem mapeamos e nem conhecemos… maravilha!


6. Destaque somente ganhos operacionais e deixe ganhos financeiros em segundo plano (afinal, qualidade é o que interessa, o resto não tem pressa).

7. Coloque um “Zé Ninguém” (tipo este com cara de perdido da figura ao lado) para ser gerente de nível de serviços.


8. Coloque um gerente financeiro que não entenda de TI ou vice versa, um gerente de TI que não entenda de finanças.


9. Não invista em treinamentos: Faça somente um treinamento quando o processo entrar em produção. Afinal, treinamentos são direcionados a pessoas e a parte importante mesmo da ITIL são os processos e as ferramentas.


10. Não comunique as pessoas na profundidade e abrangência necessárias: campanhas de conscientização para que todos saibam o valor agregado de um bom gerenciamneto de serviços é completamente opcional. Um luxoooo!


11. Avise que os ganhos demoooooooram para aparecer…. não defina “quick wins”, porque essa palavrinha em Ingles é muito difícil de ser lembrada.


12. Escreva todos os processos pensando em entregá-los rapidamente. Afinal , depois de entregues você estará livre para outro projeto.


13. Escolha a ferramenta mais barata e implemente sem testar, porque o fornecedor falou que ela é “ITIL Compliance”.


14. Como é complicado configurar ferramentas, comece pela configuração delas antes de definir adequadamente o processo.


15. Todos os processos devem emitir relatórios, mas quanto mais eles tiverem termos técnicos e complexidade, mais isso mostrará o valor agregado de TI. Afinal, o cliente sabe tudo de TI, né?


16. Ache que processos ITIL são procedimentos que indicam como as pessoas devem executar suas tarefas diárias.


17. Utilize exatamente os fluxogramas sugeridos pela ITIL, assim vc não corre o risco de alguem falar que vc não está em “Compliance”.


18. Adote e adapte. Pode adaptar a vontade. Faça adaptações até não entender mais qual era a proposta inicial. Afinal a ITIL diz: ADOTE E ADAPTE.


19. Se estiver dificil definir um dono para um processo, divida em “duas bolas”: assim você vira o amigão da galera.


20. Desenhar processos, mas seguir a regra de quem “grita mais alto” ou quem “é seu amigo” ou quem “tem mais influência” para decidir o que fazer.


21. Desenhar um manual de processos lindo, mas tão utilizado que no final ele vai virar um suporte de um monitor velho. Legal, ergonomia também é importante, certo?


22. Melhoria contínua. Fácil…. Vamos promovê-la baseando-nos em critérios obscuros, que mudam a cada dia ou baseados simplesmente na intuição.


23. ITIL é coisa SÓ de Infraestrutura. Logo, sua equipe de desenvolvimento de softwares ou fornecedores não tem NADA a ver com ITIL.


24. Achar que o presidente da sua empresa também não tem NADA a ver com ITIL. Que raios ele tem que abrir chamado no service Desk? Para ele nós atendemos na hora, sem prazos, sem classificações, sem processo! Afinal, ele é VIP.


25. Controlar o processo e esquecer do serviço. As vezes o trabalho para manter um processo é tão intenso que o serviço e sua qualidade ficam em segundo plano. Quem nunca passou por isso?



Alguém se lembra de mais alguma dica para o FRACASSO?


Se sim, vale a pena citar, porque na prática tudo isso acontece e é bom ser PREVINIDO!


Por isso é tão difícil ter sucesso na implementação do gerenciamento de serviços…